Gestão compartilhada da pesca expõe entraves e falta de resolutividade
- 30 de mar.
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Nos dias 19 e 20 de março, em Brasília, foram debatidos os principais desafios da gestão compartilhada da pesca no Brasil, reunindo representantes do setor produtivo e do governo federal. Representando a PESCA BR, o vice-presidente Agnaldo Hilton dos Santos apresentou um panorama crítico sobre a atual condução da gestão pesqueira no país.
Durante sua exposição, Agnaldo destacou que diversas demandas já amplamente discutidas no âmbito dos CPG’s (Comitês Permanentes de Gestão) seguem sem qualquer deliberação efetiva. Entre os exemplos citados estão o plano de gestão da corvina, a ampliação da área de pesca da sardinha e a definição do NDF do tubarão-azul — temas estratégicos que permanecem travados, gerando insegurança e prejuízos ao setor.
“Gostaríamos que o governo reavaliasse esta condução, porque infelizmente o que vivemos hoje é uma verdadeira sofrência com a gestão compartilhada. As discussões até avançam nos grupos técnico-científicos, mas não se transformam em decisão. O que existe é morosidade e falta de resolutividade — algo que o setor produtivo simplesmente não tem como suportar”, afirmou.


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